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ESTAMOS SELECIONANDO PARA RESTAURANTE LOCALIZADO NA GÁVEA ( PRÓXIMO A PUC) CAIXA

ENSINO MÉDIO COMPLETO
COM EXPERIÊNCIA NA FUNÇÃO(ABERTURA DE CAIXA,SANGRIA,SUPRIMENTO,RECEBIMENTOS,EMISSÃO DE NF)DESEJÁVEL CONHECER SISTEMA COLIBRI  OU SIMILARESAMBOS SEXOSDE SEGUNDA A SEXTA 9 ÀS 18SÁBADO 9 AS 13SALÁRIO INICIAL 1.100,00 APÓS PERÍODO DE EXPERIÊNCIA AUMENTA O VALOR + ALMOÇO + JANTA +VTEMPRESA OFERECE PASSAGEM MODAL 7,90 POR DIANECESSÁRIO RESIDIR  LOCAL FÁCIL ACESSOENSINO MÉDIO COMPLETO
ENVIAR CURRÍCULO COLADO NO CORPO DO EMAIL PARA monica.rh2009@yahoo.com.brem assunto mencionar CAIXA RESTAURANTE
N ABRO CURRÍCULO  EM ANEXOCURRÍCULOS FORA DO PERFIL SERÃO DELETADOS

Mônica Cristina
Analista de Recursos Humanos

Empresa segmento de Transportadora seleciona Urgente: Assistente Operacional

Ensino médio completo, experiencia e estabilidade de 05 anos em Transportadora.de carga seca. Necessário ter experiencia e conhecimentos na área de emissao de NF, emissao de Manifestos, carga e descarga.

Local de Trabalho: Zona Norte

Salário: 1.500,00 + beneficios

Horario: 08:00 ás 18:00 hrs de segunda á sexta feira

Interessados enviarem cv completo para email> novaconsultoriarh2014@gmail.com colocando no campo assunto: Assistente Operacional

AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS

    Atividades:ü  Limpeza e organização dos setores das lojasNecessário:ü  Experiência de 01 ano na área de limpeza, registrada em carteira de trabalhoü  Ensino Fundamental  ou Médio Incompleto ou Completo;ü  Morar próximo ao local de trabalho (passagem modal). Local de trabalho: NOVA IGUAÇUHorário: 22:00 ÀS 06:00  na escala 6×1.Salário: R$ 1175,00  Benefícios: Vale transporte + Alimentação no localInteressados enviar currículo para: delphimrh@yahoo.com.br , no campo assunto colocar ASG NOTURNO

    Almoxarife

    Pré-Requisitos:

    – Ensino médio completo;

    – Experiência anterior na função;

    – Disponibilidade para atuar de 08 às 17h (seg a sex);

    – Fácil acesso a Zona Sul do Rio de Janeiro.

    Atividades Desenvolvidas:

    – Conferência de materiais entregues ou recebidos e de notas fiscais;

    – Separação de material através de ordem de serviço;

    – Realizar controle dos materiais em estoque;

    – Manter a limpeza e organização do almoxarifado;

    – Participação em inventários periodicamente;

    – Carga e descarga de materiais.

    Salário: R$1.300,00 + VT, VR, AM E AO.

    Os candidatos interessados e dentro do perfil devem encaminhar currículo paramariana.alvernaz@yahoo.com.br

    Favor mencionar no assunto o título da vaga.

    MOTORISTA DE CARRETA MULTINACIONAL DO SEGUIMENTO DE BEBIDAS CONTRATA COLABORADORES :

    Empresa localizada na zona Oeste do Rio de Janeiro está ampliando seu quadro de profissional com experiência como Motorista de Carreta 

    Oferecemos uma ampla variedade de benefícios e plano de carreira na companhia.

    Interessados enviar currículo para: recrutamentooperacional@yahoo.com.br Com o assunto – MOTORISTA CNH E Favor encaminhar o currículo no corpo do email  Obs: Currículos fora do perfil, serão descartados!!__._,_.___

    Operadora de Caixa – Petrópolis – RJ

    Atividades Desenvolvidas:
    – Recepciona o cliente;- Controle de caixa- Apresenta produtos da farmácia ao cliente;- Registra os produtos;- Controla o estoque da farmácia;- Realiza a precificação de produtos da farmácia;
    Requisitos Necessários: 

    – Ensino Médio Completo;- Disponibilidade para atuar e cobrir escala em todos os turnos..
    Remuneração:

    Salário: R$ 1250,00
    Benefícios:- Vale Transporte- Ajuda de Custo R$ 5,00/dia- Premiação de acordo com atingimento de metas.

    Local de Atuação – Petrópolis /RJHorário – 13:40h às 22:00h (escala 6×1 – 1 folga na semana)
    Interessados enviar currículos para oportunidades@americanpet.com.br, informando no campo assunto “Operadora de Caixa – Petrópolis”

    A importância da logística para a economia

    A logística sustenta a venda de mercadorias por todo mundo, exerce um papel fundamental no desenvolvimento econômico. Onde a situação econômica do país tem influência direta nos custos logísticos da empresa.

    Com o processo de globalização e o atual cenário impulsionou a concorrência, que ampliou o poder de barganha dos clientes, principalmente na negociação dos custos oferecidos. Jaime (2008, p.195) comenta:

    Que se o mundo de hoje é caracterizado por um desenvolvimento         tecnológico muito grande, na verdade os instrumentos mudaram, más       o condutor desses instrumentos, o homem, pouco mudou. Suas ambições, frustrações e o desejo de vencer, continuam o mesmo.

    Por outro lado, os consumidores não moram próximos de todos os bens ou produtos que eles precisam. Essa integração trouxe maior competição para o mercado, e as empresas por sua vez, se viram obrigadas a adequarem seus custos tornando às competitivas. Ballou (2007, p.19) desta que “os custos logísticos são um fator-chave para estimular o comercio”. Seja no comercio entre diversos blocos econômicos ou até mesmo entre as diferentes regiões de uma mesma nação. Assim, é fundamental que o Governo conduza mais e melhores investimentos em infraestrutura de transporte para melhorar a disponibilidade de modais e permitir que as empresas alcancem maior eficiência, evitando pressão de custos.

              Nossos portos não suportam nossas exportações, e a má conservação das principais vias, influencia no tempo de entrega dos produtos. No transporte, usa-se muito o modal rodoviário, esses fatores são considerados importantes e contribui no resultado da economia brasileira. Uma infraestrutura adequada potencializa ganhos  no sistema produtivo. Sua ausência provoca gargalos logísticos.

    Por outro lado, a falta de infra-estrutura nos transportes influencia diretamente nos custos logísticos. A incapacidade de um sistema de transporte tem um custo alto ser pago. Esse custo equivale ao atraso causado por ele no desenvolvimento de uma nação. É importante destacar “quando não existe um bom sistema de transporte, a extensão do mercado fica limitada.” (BALLOU, 2007, p.114).

    De acordo com o Instituto Ilos o Brasil continua sendo carente em termos de infraestrutura, podemos observar essas informações na figura 1.

    O desbalanceamento da matriz de transportes de carga impacta não apenas na economia do Brasil como um todo, mas também leva ao aumento dos gastos das empresas com logística. Reconhece que os custos variam segundo o setor da economia, sendo mais significativos justamente em segmentos que movimentam grandes volumes a longas distâncias e acabam diretamente afetados pelo desequilíbrio da matriz brasileira.

    De acordo com uma publicação divulgada pelo Instituto Ilos em 8/11/2017, o Brasil ocupa a posição 103 no quesito qualidade da infraestrutura rodoviária, no ranking organizado pelo Fórum Econômico Mundial, que reúne 137 países analisados. Na pesquisa, o Brasil recebeu nota 3,1, em uma escala que varia entre 1 (estrutura extremamente subdesenvolvida) e 7 (estrutura extensa e eficiente), enquanto o Chile lidera na América do Sul, com nota 5,2 (24ª posição no ranking geral). A matriz inadequada e a má qualidade das rodovias brasileiras também explicam, em parte, a má colocação do Brasil no ranking de Comércio Internacional organizado pelo Banco Mundial. Conforme descreve Ballou (2007, p.113). medida com que os “serviços de transporte mais baratos vão-se disponibilizando, a estrutura econômica começa a assemelhar-se a de uma economia desenvolvida”.

    A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PARA AS EMPRESAS

    Diante do cenário atual em que vivemos com a competitividade em alta, a logística atua como estratégia para atender o mercado onde organiza o fluxo de informação de forma ágil e eficaz. Com a expansão do comercio eletrônico nos últimos anos, trouxe desafios ainda maiores para diversos setores principalmente para a logística, como por exemplo, a entrega de produtos dentro do prazo pelo menor custo possível.

     De acordo com Novaes (2007, p.35),

    Logística é o processo de planejar, implementar e controlar de maneira    eficiente o fluxo e a armazenagem de produtos, bem como os serviços e informações associados, cobrindo desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o objetivo de atender aos requisitos do consumidor.

                 Com os grandes avanços tecnológicos, atrair e reter clientes, pode ser uma tarefa difícil, o cliente tem a sua disposição uma grande variedade de produtos e serviços a escolher. Para Kotler (2007, p.7) “, os consumidores preferem os produtos disponíveis e altamente acessíveis”.

    A logística de hoje está ligada ao produto e deve incorporar “valor e qualidade” para que o resultado final da cadeia de suprimento não venha ser prejudicado, ou seja eficiência e a melhoria continua dos níveis de serviço (enxugamento do processo logístico). Toda vez que houver movimentação de produto ou fluxo de informação, de um lugar para outro, certamente estaremos envolvidos na logística.

    Segundo Ballou (2007, p.24), “as atividades como transporte, estocagem, armazenagem e processamento de pedidos são primordiais para atingir os objetivos, pois elas contribuem com a maior parcela dos custos total da logística”.

    De acordo com a pesquisa do Instituto Ilos os gastos com logística representam 7,6% da receita líquida, considerando custos com transporte, estoque e armazenagem (PANORAMA ILOS,2014).

    No Brasil, devido à grande extensão territorial, usa-se muito o transporte rodoviário, para algumas empresas o transporte representa um dos fatores mais importantes nos custos empresariais, ele é responsável em absorver dois terços dos custos logísticos, onde nenhuma empresa opera sem realizar movimentação seja de matéria prima ou produto acabado. Conforme Novaes (2008, p.80), “esse tipo de transporte no caso brasileiro, a maior parte dos fluxos de carga (cerca de 70%) é transportada pelo modo rodoviário”.

                A manutenção de estoques também é importante porque não é viável produzir o produto e entregar ao mesmo tempo, para o cliente. De acordo com Ballou (2007, p.24) “, para se atingir um grau razoável de disponibilidade do produto, é necessário manter estoques que agem como “amortecedores” entre oferta e a demanda.”

                Observa-se que já no processamento de pedidos, os custos tendem a ser menores se comparados aos custos de transporte e armazenagem. Tem sua importância em determinar o tempo que levara os bens de serviço ao cliente. Assim podemos concluir que essa atividade primaria inicia a movimentação dos produtos e a entrega de serviços. No gráfico 1 podemos observar os custos logísticos em relação ao PIB.

                              Fonte: ILOS (2012)

    Diante da constante mudança mercadológica dos últimos anos a logística tem evoluído muito desde o seu surgimento.

    Segundo Novaes (2007, p.35), “a logística envolve também elementos, humanos, materiais (prédios, veículos, equipamentos, computadores), tecnológicos e de informação”. Implica também a otimização dos recursos. Porque se um lado busca-se o aumento do rendimento e a melhoria na qualidade dos serviços, para melhor satisfazer o cliente, por outro lado, a competição forte no mercado obriga as empresas, a redução constante nos seus custos, fazendo a logística exercer um papel fundamental no meio econômico.

    TRECHOS FATAIS

    INDICADORES DE ACIDENTALIDADE SEGUNDO A SINALIZAÇÃO – 2017

    Entre 2007 e 2017, apenas em rodovias federais policiadas foram registrados 1,65 milhão de acidentes, média de 411,3 por dia. No mesmo período, 83.481 pessoas morreram nessas, o que corresponde a mais de 20 mortes por dia. Essas estatísticas indicam que o Brasil apresenta um atraso de 35 anos em relação aos países desenvolvidos onde quantidade semelhante de mortes e de acidentes rodoviários era um problema do início da década de 1980.

    OS 10 TRECHOS MAIS PERIGOSOS 

    Esses são alguns dos resultados do estudo “Acidentes Rodoviários e a Infraestrutura”, divulgado, recentemente, pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). O documento apresenta os principais fatores que contribuem para a ocorrência dos acidentes e faz uma relação entre eles as características da infraestrutura rodoviária existente nos locais das ocorrências.
    O estudo é baseado no registro de acidentes com vítimas ocorridos em rodovias federais de todo o País realizado pela Polícia Rodoviária Federal e nos resultados da Pesquisa CNT de Rodovias 2017.

    O trabalho da CNT também aponta a frequência e a gravidade dos acidentes segundo o tipo infraestrutura existente, mapeando, ainda, os 100 trechos rodoviários onde se concentram o maior número de mortes.

    “Esse estudo comprova que há uma forte relação entre os acidentes e a qualidade das rodovias. São dados consistentes que, mais uma vez, comprovam a necessidade de realização de fortes investimentos em infraestrutura de transporte”, afirma o presidente da CNT, Clésio Andrade.

    A partir disso, a Confederação desenvolve uma análise aprofundada a respeito do perfil dos acidentes e da influência das características do Pavimento, da Sinalização e da Geometria da via – variáveis da Pesquisa CNT de Rodovias – na frequência e na intensidade dos acidentes. A CNT identifica, ainda, os 100 trechos mais perigosos das rodovias federais brasileiras. Trata-se de um rico conjunto de dados capaz de balizar estratégias e políticas públicas para o enfrentamento do problema.

    Esse exorbitante número de acidentes e de mortes causa prejuízos a toda a sociedade. Um país que busca desenvolvimento necessita de políticas capazes de minimizar esses graves danos. É certo que diversos fatores influenciam essas ocorrências. Entretanto, a insuficiência de investimento em infraestrutura é fator que contribui decisivamente para a insegurança nas rodovias do País. A CNT acredita que os acidentes poderiam, em sua maioria, ser evitados caso houvesse ações efetivas de manutenção, adequação e construção, além de fiscalização eficiente da malha rodoviária brasileira.

    Segundo o levantamento, os maiores índices de óbitos nas BRs em 2017 ocorreram em trechos com problemas na sinalização (que receberam classificação regular, ruim e péssimo). Foram 11,4 mortes a cada 100 acidentes. O número chega a ser 9,6% maior do que nos trechos com avaliação positiva (ótimo ou bom), que tiveram 10,4 mortes por 100 acidentes.

    Em relação à ocorrência de acidentes, os trechos rodoviários com sinalização ruim ou péssima também lideraram as estatísticas: o índice chega a 13 mortes a cada 100 acidentes em cada uma das situações. O menor registro ocorre em trechos com sinalização ótima, sendo 8,5 mortes por 100 acidentes, 34,6% menor do que em trechos considerados ruins ou péssimos.

    Alguns aspectos podem ser determinantes para as mortes e os acidentes. O estudo mostra que, considerando apenas os locais onde ocorreram colisões frontais, 53,9% dos acidentes com vítimas e 47,7% das mortes foram em segmentos onde a pintura da faixa central se encontrava desgastada ou inexistente.

    Outro fator que potencializa o risco de acidentes é a ausência de placas de limite de velocidade. Em trechos onde não há esse dispositivo, foram contabilizadas 19,9 mortes para cada 100 acidentes. Dessa forma, nesses pontos, o risco de uma pessoa morrer é quase duas vezes maior quando comparado a trechos com presença de placas, onde o índice de mortes/100 acidentes é de 10,2.

    “A falta de sinalização indicativa da velocidade potencializa o número de mortes por acidente. O condutor, uma vez desinformado, não consegue, por si só, avaliar o risco que corre ao percorrer o trecho acima do limite, até então desconhecido. Por isso, a chance de ele se envolver em um acidente é grande”, explica o diretor-Executivo da CNT, Bruno Batista.

    A visibilidade ruim das placas é outro fator que aumenta a gravidade dos acidentes em rodovias federais. Os maiores índices de mortes estão localizados em trechos que possuem mato cobrindo parcial ou totalmente a visibilidade das placas com, respectivamente, 19,8 e 16,3 óbitos a cada 100 acidentes. De acordo com o estudo, esses problemas elevam o índice em 60,8%, uma vez que, quando há visibilidade total das placas, são contabilizados 11,4 mortos por 100 acidentes.

    Um trecho de 10 km da BR-101 no município de Guarapari (ES) foi considerado o mais perigoso do País pela CNT no estudo “Acidentes Rodoviários e a Infraestrutura”. No levantamento, a Confederação avaliou 4.571 trechos de até 10 km e adotou o critério de maior número de mortes em acidentes registrados em 2017, para chegar à lista dos cem trechos mais perigosos do Brasil.

    O segmento que está no topo do ranking localiza-se entre os quilômetros 343,1 e 353,1 da BR-101, onde ocorreram 21 mortes e 14 acidentes. Uma das causas desse resultado está no fato de que o trecho foi palco, no ano passado, de um acidente que envolveu duas ambulâncias, um ônibus e uma carreta – todas as mortes foram registradas pela polícia nessa ocorrência.

    A BR-101 aparece também no segundo lugar, dessa vez, com um trecho no município de Abreu e Lima (PE), onde ocorreram 15 mortes e 142 acidentes. Em seguida, está a BR-040, localizada no município de Luziânia (GO), que registrou 15 mortes e 103 acidentes. Em quarto lugar, aparece um trecho da BR-381 em Itatiaiuçu (MG), com 14 mortes e 95 acidentes. Já em quinto, encontra-se a BR-116 em Guarulhos (SP), com 13 mortes e 252 acidentes.TAGS: trechos fataisanterior

    Fonte:http://revistacaminhoneiro.grupott.com.br/trechosfatais/